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M. C. ESCHER

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O Efeito Belousov-Zhabotinsky

"Em sistemas homogêneos, fenômenos temporais complexos na forma de oscilações ou multi-estabilidade são observados em reatores volumétricos com a solução mantida sob agitação, enquanto auto-organização espaço-temporal como ondas químicas e frentes reacionais se manifestam em sistemas estagnados, em condições nas quais termos reacionais cooperam com termos de transporte. Em geral, as seguintes características são desejáveis para um sistema químico homogêneo ser utilizado na investigação da dinâmica de padrões espaço-temporais bidimensionais em uma camada fina de solução: oscilar em batelada a temperatura ambiente por um período considerável; não produzir produtos gasosos ou sólidos (precipitados); apresentar formação de ondas químicas e padrões espaço-temporais facilmente visíveis e com comprimento de onda e velocidade adequados; ser susceptível à perturbação ou ao controle, por exemplo, foto-quimicamente e, apresentar um mecanismo homogêneo relativamente simples que permita modelagem e simulação numérica." (...) Gustavo Tokoro; Hyrla C. L. Oliveira; Hamilton Varela.

FONTE: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422007000800026 

IMAGEM: "The Chaotic Atractor" By, Krystyna Laycraft




RODA D'ÁGUA DE LORENZ

Da série: Caos. Caos Determinístico. Roda d'água de Lorenz. Efeito Borboleta. Atrator Estranho de Lorenz. Atrator Caótico. Estruturas Dissipativas. Instabilidades. Sistemas Não-Lineares.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

963 Hz Frequência Sonora de Vibração em um Fluido



Specific frequencies of sound and vibration in Cymatics create a vorticular action in matter and therefore the very structure of spacetime itself as all matter is made of atoms which themselves are tiny oscilations in the structure of the vacuum...
Video by Simon Wieland Art 
Text by Jamie Janover

terça-feira, 8 de novembro de 2016

ESTRUTURAS DE EQUILÍBRIO

“As estruturas de equilíbrio resultam da compensação estatística da atividade da multidão de constituintes elementares. Elas são, portanto, desprovidas de atividade macroscópica, inertes a nível global. Num sentido, elas são igualmente imortais; uma vez formadas, podem ser isoladas e manter-se indefinidamente, sem ter mais necessidade de qualquer intercâmbio com o meio. Ora, quer examinemos uma célula ou uma cidade, a mesma constatação se impõe: não somente esses sistemas são abertos, como vivem de sua abertura, alimentam-se do fluxo de matéria e de energia que lhes vem do mundo exterior. Está excluído que uma cidade, ou uma célula viva, evolua para uma compensação mútua, um equilíbrio, entre os fluxos que entram e saem. Se assim o decidirmos, podemos isolar um cristal; mas a cidade e a célula, separadas do seu meio, morrem rapidamente, pois são partes integrantes do mundo que as nutre, constituem uma espécie de encarnação, local e singular, dos fluxos que elas não cessam de transformar. (...)” Ilya Prigogine e Isabelle Stengers

PRIGOGINE, Ilya. STENGERS, Isabelle. A nova aliança: a metamorfose da ciência. 1ª Ed. Brasília: editora unb, 1984, p. 101 e 102.




Ilustração de Abel M'Vada

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

INSTABILIDADES DE BÉNARD

“A instabilidade dita 'de Bénard' constitui um outro exemplo surpreendente em que a instabilidade do estado estacionário determina um fenômeno de auto-organização espontânea. A instabilidade é criada por um gradiente vertical de temperatura imposto a uma camada líquida horizontal: a sua superfície inferior é levada por aquecimento a uma temperatura determinada, mais elevada que a da sua superfície limite superior. A assimetria dessas condições aos limites determina um fluxo permanente de calor de baixo para cima. A partir de um valor limiar do gradiente imposto, o estado de repouso do fluido, o estado estacionário onde o calor é transportado por difusão, sem efeito de convecção, torna-se instável. Um fenômeno de convecção, de movimento coerente das moléculas do líquido, instaura-se, o qual acelera o transporte de calor e, para um mesmo valor da coerção (do gradiente), faz aumentar, portanto, a produção de entropia do sistema. (...) As células de Bénard constituem um primeiro tipo de estrutura dissipativa, cujo nome traduz a associação entre a ideia de ordem e a de desperdício, tendo sido escolhido de propósito para exprimir o fato fundamental novo: a dissipação de energia e de matéria – geralmente associada às ideias de perda de rendimento e de evolução para a desordem – torna-se, longe do equilíbrio, fonte de ordem; a dissipação está na origem do que se pode muito bem chamar de novos estados da matéria. (...)” ILYA PRIGOGINE

PRIGOGINE, Ilya., STENGERS, Isabelle. A Nova Aliança: metamorfose da ciência. Brasília: UnB, 1984, p. 113 e 114.

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domingo, 7 de setembro de 2014

ESTRUTURAS DE EQUILÍBRIO

"As estruturas de equilíbrio resultam da compensação estatística da atividade da multidão de constituintes elementares. Elas são, portanto, desprovidas de atividade macroscópica, inerentes a nível global. Num sentido, elas são igualmente imortais, uma vez formadas, podem ser isoladas e manter-se indefinidamente, sem ter mais necessidade de qualquer intercâmbio com o meio. Ora, quer examinemos uma célula ou uma cidade, a mesma constatação se impõe: não somente esses sistemas são abertos, como vivem de sua abertura, alimentam-se do fluxo de matéria e de energia que lhes vem do mundo exterior. Está concluído que uma cidade, ou uma célula viva, evolua para uma compensação mútua, um equilíbrio, entre os fluxos que entrame saem. Se assim o decidirmos, podemos isolar um cristal, mas a cidade e a célula, separadas do seu meio, morrem rapidamente, pois são parte integrante do mundo que as nutre, constituem uma espécie de encarnação, local e singular, dos fluxos que elas não cessam de transformar." 


PRIGOGINE, Ilya, STENGERS, Isabella. A Nova aliança: a metamorfose da ciência, 1ª ed. brasília: editora unb, 1984, p 101.

MÁQUINA À VAPOR